Arte e Perfumaria

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21 de agosto de 2020

Arte e Perfumaria

Nada inspira mais do que a arte

Um artista segura um pincel cheio de tinta e olha para uma tela em branco. Fecha os olhos em busca de inspiração, respira fundo e sente uma fragrância familiar, aconchegante. Uma lembrança marcante vem à mente e o pincel vai até a tela. Tem início sua obra.

Um perfumista caminha por uma galeria de arte. Observa todas as obras e uma delas chama sua atenção, a obra desse artista. A inspiração vem das cores e formas e levado por esse sentimento ele retorna ao laboratório iniciando sua criação perfumística.

Enxergamos e trabalhamos a criação de nossas fragrâncias como um artista aborda a criação de uma nova obra. Por isso, na campanha “Inspiração Inspira”, posicionamos a perfumaria junto às Grandes Artes e apresentamos o processo criativo como um ciclo contínuo em que obras e artistas influenciam uns aos outros em uma troca constante de inspirações.

As 7 Grandes Artes

Historiadores apontam para a Grécia do século XVII o começo da formação da lista de Grandes Artes, que na época englobava apenas pintura, escultura, música, literatura e arquitetura.

A lista evoluiu ao longo do tempo, junto à evolução das técnicas desenvolvidas por artistas para se expressar. A mais famosa adição veio através do intelectual italiano Ricciotto Canudo, que argumentou em 1911 a adição do cinema como a sexta arte, por se tratar de uma linguagem artística completamente nova advinda das evoluções tecnológicas.

Mais tarde o mesmo artigo foi republicado definindo o cinema como a sétima arte, termo amplamente usado até hoje. A mudança na numeração vem da adição da dança como arte à lista.

Sendo assim, as 7 Grandes Artes são:

  1. Arquitetura
  2. Escultura
  3. Pintura
  4. Música
  5. Poesia
  6. Dança
  7. Cinema

Desde então, novas vertentes advindas de novas evoluções tecnológicas e da crescente evolução de outras linguagens foram incluídas à lista, que conta hoje com 11 artes e abrange fotografia, história em quadrinhos, videogames e arte digital.

A perfumaria como arte

Segundo algumas das mais aceitas definições, uma obra de arte constitui uma expressão criativa que gera uma experiência nos espectadores através de suas qualidades sensoriais dotadas de significado. Ao ser absorvida, uma obra de arte é um convite ao encontro de sensações, sentimentos e emoções que só acontece se permitirmos tal conexão.

Para a Vollmens, a perfumaria está junto às grandes artes por causar experiências parecidas em seus apreciadores. Enquanto expressão criativa, temos a perfumaria como a habilidade de harmonizar ingredientes e processos variados e delicados na combinação certa que causará nos apreciadores as sensações e impressões desejadas através do olfato.

Por trás de um perfume, há a criação perfumística de um verdadeiro artista, com suas minuciosas escolhas dotadas da intenção de causar uma reação, seja ela emotiva, sensorial, ou até mesmo de lembranças.

Perfumistas são profissionais que se dedicam por anos para desenvolver um talento olfativo capaz de transformar ingredientes em fórmulas sublimes que não somente carregam boas fragrâncias, mas que evocam conexões. Se a arte é uma experiência, o perfume pode ser colocado entre as mais nobres e potentes.

Fragrâncias em obras de arte

Como o olfato está fortemente ligado às emoções e memórias, a exploração de fragrâncias em obras de arte abre diversas possibilidades de sentidos, sensações e conexões emocionais para a experiência vivida pelo espectador.

Artistas renomados no mundo todo, como o belga Peter de Cupere e a húngara Hilda Kozári, exploram fragrâncias e aromas na composição de suas obras para evocar sensações em sua plateia.

Cupere fez, em 2004, um piano em que cada uma das 27 teclas emitia fragrâncias ao invés de sons, possibilitando ‘sonatas olfativas”, como o mesmo descreveu.

Já Kozári ficou mais conhecida por sua obra em que visitantes podiam adentrar grandes bolhas transparentes para experienciar simulações dos cheiros de grandes cidades como Helsinki, Paris ou Nova York.

Mais próximo de nós, a artista brasileira Karola Braga explora as possibilidades poéticas dos cheiros em suas obras de arte, e utilizando fragrâncias Vollmens.

Sua mais recente obra, “Um Perfume Concreto”, subverte as funções de frasco e perfume, e traz uma escultura olfativa em que o próprio frasco, esculpido em concreto, emana para o ambiente a fragrância desenvolvida por perfumistas Vollmens. Saiba mais sobre as obras de Karola em parceria com a Vollmens aqui.

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